Diferentemente do que foi divulgado inicialmente, Gustavo teria m0rr1do ainda na noite de domingo (2/8). Segundo o delegado responsável pelo caso, Eduardo Menezes, após a m0rte da criança, o advogado ficou até as 16h30 do dia seguinte tentando construir uma versão que sustentasse a hipótese de af0g4m3nto e afastasse sua responsabilidade pelo cr1me.
Na noite dessa quarta-feira (6/8), a Polícia Civil prendeu o pai do menino e a madrasta, Kathellen Moreira.
Gustavo Veloso, de apenas 3 anos, foi encontrado m0rto na casa do pai na segunda-feira (3/8), em Palmas (TO).
Segundo a certidão de óbito obtida pela coluna, a causa da morte foi choque h3m0rr4g1co e neurogênico, h3m0rr4g1a interna, l4c3r4ç4o int3st1nal (r3to) e v10l3nc1a s3xval (anal).
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO), Igor Gustavo compareceu à 1ª Central de Atendimento da Polícia Civil na tarde de segunda-feira para comunicar a m0rte do filho.
Em depoimento, ele afirmou que encontrou a criança sem vida pela manhã, mas alegou que, por estar emocionalmente abalado, só conseguiu procurar a polícia horas depois.
Durante a perícia na residência, os investigadores encontraram elementos que levaram a Polícia Civil a tratar o caso como m0rte suspeita, o que resultou na instauração de um inquérito.
As investigações são conduzidas pela 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas, que já ouviu familiares e testemunhas para esclarecer as circunstâncias da m0rte.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Tocantins (OAB-TO) suspendeu cautelarmente Igor Gustavo Veloso de Sousa do exercício da advocacia.
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Imagem cedida ao Metrópoles