O primeiro inquérito apurou um caso de asséd1o s3xual que teria como vítima uma estudante de música, de 21 anos, participante de um projeto de extensão coordenado pelo investigado.
Segundo a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, durante as diligências foram ouvidos familiares, colegas da vítima e outras pessoas ligadas ao ambiente universitário.
Os depoimentos, de acordo com a polícia, confirmaram o relato de abalo emocional da estudante e apontaram comportamentos considerados invasivos e abordagens diferenciadas por parte do professor.
O investigado negou as acusações. Ainda assim, a Polícia Civil concluiu haver elementos que indicam, em tese, a prática do crime de asséd1o s3xual, e realizou o indiciamento.
O segundo inquérito teve como vítimas duas musicistas, de 23 e 39 anos. Conforme a investigação, elas foram chamadas pelo professor para uma reunião, em novembro de 2025, antes de um ensaio realizado no Departamento de Artes da universidade.
Durante o encontro, o docente teria pedido que as mulheres convencessem à estudante do primeiro caso a retornar às atividades do projeto musical.
Ainda segundo a polícia, no decorrer da conversa, o professor teria se posicionado em frente à porta da sala, impedindo que as duas deixassem o local por cerca de três minutos.
Após conseguirem sair, as vítimas buscaram abrigo em outro espaço da universidade, onde foram encontradas nervosas e emocionalmente abaladas.
Em depoimento, o professor negou ter restringido a liberdade das musicistas e afirmou que a reunião tratava apenas de assuntos relacionados ao projeto musical.
Nesse caso, ele foi indiciado pelo crime de constrangimento ilegal. #colunamirellepinheiro
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